Visto D7 de Portugal 2026: requisitos, limiares de rendimento, processo
O D7 é a via de residência portuguesa para rendimento passivo — pensões, rendas, dividendos, royalties e juros. É a via clássica de reformados e investidores que não querem trabalhar localmente, e leva ao mesmo horizonte de cinco anos de residência permanente e cidadania de qualquer outro título de residência. A lógica é simples: prove um rendimento recorrente estável do estrangeiro, mostre habitação em Portugal, e o país dá-lhe residência.
O teste de rendimento em 2026
- Requerente principal: rendimento de pelo menos o salário mínimo nacional por ano — cerca de 12.900 € em 2026, a 920 € × 14 pagamentos (verifique o valor vigente antes de pedir, o salário mínimo sobe todos os anos)
- Cônjuge: acrescente cerca de 50 % do limiar; cada filho dependente: acrescente cerca de 30 %
- Na prática, os consulados também querem ver poupanças que cubram o fosso do primeiro ano — comummente doze meses do intervalo — depositadas numa conta portuguesa ou estrangeira claramente documentada
- O rendimento tem de ser passivo e recorrente: cartas de pensão, contratos de arrendamento, declarações de dividendos e royalties; capital parado no banco é prova mais fraca do que um fluxo mensal
Processo e a fase da AIMA
Pede-se o visto D7 no consulado português ou centro VFS do seu país de residência, com a pilha de documentos: NIF, conta bancária aberta, comprovativo de habitação (arrendamento ou escritura), seguro de saúde privado, registo criminal apostilado e a documentação de rendimento. Depois de o visto sair, entra em Portugal e apresenta o pedido de autorização de residência à AIMA; o primeiro cartão vale dois anos, a renovação três, e a cidadania fica acessível após cinco anos de residência legal ao abrigo das regras de 2026.
Próximos passos: o guia do visto D8 de trabalho remoto, o panorama da residência fiscal e como o Golden Visa se compara.
A pesar o D7 contra o D8 e o Golden Visa?
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